quarta-feira, 16 de junho de 2010

Todo mundo em pÂnico!!!

Há dois mil anos, todo tipo de inconveniência feminina tem sido atribuído à histeria. Descrita por Platão e mesmo Hipócrates, o termo “histeria” vem do grego hystera, ou útero, que segundo o mito ficaria vagando pelo corpo da mulher até sufocar as frágeis criaturas. Dos antigos gregos também temos a impagável declaração de Aristóteles de que homens teriam mais dentes que mulheres.

É desta forma que enquanto Erastótenes media a circunferência da Terra, outros feitos tão simples como contar dentes de esposas ou investigar se o útero poderia mesmo vagar pelo corpo feminino foram passos muito gigantes para tais culturas. E a ignorância, no caso da histeria, prolongou-se pela cultura européia até o século 17.

Vibrador, “a maior descoberta médica conhecida”Com o avanço da ciência, úteros livres e soltos pelo corpo tornaram-se implausíveis, e a histeria feminina encontrou uma nova origem: o cérebro. Este não ficaria flutuando pelo corpo, mas de forma não tão diferente, a histeria provocada afligiria apenas mulheres. O tratamento? Massagem pélvica para a obtenção do paroxismo histérico. Mais conhecido hoje como orgasmo.

Os primeiros vibradores surgiram assim como ferramentas médicas para tratamento da histeria feminina, esse terrível mal atingindo as delicadas flores de nossa espécie.

Com toda essa história de sexismo e superstição, não impressiona que “histeria” não seja um diagnóstico muito popular hoje em dia. “Histeria coletiva” então, seria um diagnóstico maldito elevado ao quadrado.

Mas como você descobrirá nas próximas colunas, não só a histeria, como a histeria coletiva existem, e são muito mais comuns do se imagina. Ainda que não envolvam orgasmos coletivos. Infelizmente.

HISTERIA “MASCULINA”

O que não existe, por certo, é uma histeria exclusivamente feminina.

Ainda que evidência de tal sempre tivesse existido, como os dentes das mulheres, nada poderia ter produzido resultados mais claros para médicos e psicólogos que a Primeira Guerra Mundial.

Milhares de soldados voltaram do front profundamente traumatizados e exibindo claramente os sintomas da histeria: cegueira, paralisia, contrações, mudez, anestesia, amnésia… Sem nenhuma causa física identificável, eram sintomas idênticos aos que as “mulheres histéricas” nas clássicas fotografias de Charcot exibiam.
Fotografia de Charcot e à direita, um soldado traumatizado pela guerra
Uma das fotografias de Charcot,
e à direita, um soldado traumatizado pela guerra

Apenas entre soldados ingleses, os casos de “shell shock” somaram mais de 80.000 pacientes. Soldados que haviam apunhalado inimigos no rosto desenvolveram tiques histéricos em sua própria face. Contrações estomacais terríveis afligiam alguns que atacaram outros no adbômen. Atiradores de elite ficaram cegos. Todos sem nenhuma causa fisiológica além de sua própria mente.

A histeria, desta forma, não foi abandonada pela ciência. Assim como evoluiu do útero para o cérebro, o que se descobriu foi que atinge homens também. No caminho, o diagnóstico genérico de histeria para qualquer mulher com tensão pré-menstrual foi realmente abandonado, assim como os tratamentos com vibradores – por médicos, pelo menos. Mas a histeria, afinal, existe.

Mais recentemente, mapeamentos do cérebro de pacientes afligidos por paralisia histérica confirmaram que sua massa cinzenta realmente se comporta de maneira diferente. Não é um problema estrutural de seu cérebro, é um problema funcional. A rigor, seus músculos e nervos não apresentam qualquer problema.

Devido a seu passado e estigma, bem como a avanços em seu entendimento, a condição é conhecida por diversos termos atualmente – de transtornos de conversão a ataques de ansiedade. Mas ainda é essencialmente histeria.

Que é, essencialmente, o aparecimento de sintomas sem uma causa fisiológica. E, se descobrir que ela nunca deixou de ocorrer ou ser estudada pela ciência é uma surpresa, é porque ainda não chegamos às histerias coletivas.

Gaseador Louco de Mattoon

Em uma noite no final de agosto de 1944, a polícia de Mattoon, uma cidadezinha de Illinois, EUA, recebeu a ligação de uma mulher e sua filha. Ao perceber um sujeito estranho perto de sua casa, elas abriram a janela do quarto e foi então que o sujeito teria lançado um gás nauseante que as deixou tontas e atordoadas.

Lido hoje em dia, o caso chega a ser cômico, e piadinhas sobre flatulência parecem óbvias demais. Mas em 1944, nos EUA, em plena Segunda Guerra Mundial, a história foi interpretada de maneira muito diferente. Era o Gaseador Louco de Mattoon, borrifando um gás tóxico pela cidade. A mulher sofreu uma paralisia temporária nas pernas.

Pouco depois da história chegar às manchetes do jornal local, duas outras famílias relataram incidentes semelhantes de ataques do gaseador louco.

Ao longo dos próximos dias, a polícia receberia uma série de outros relatos.

Duas semanas depois, quando tudo passou, a polícia contabilizou um total de vinte e cinco relatos separados de pessoas afirmando terem sido atacadas com o gás debilitante.

Os sintomas passageiros relatados variaram de náusea, vômito, boca seca, palpitações, dificuldade em caminhar e, em um caso, uma sensação ardente na boca.

Teria realmente havido um misterioso “gaseador louco” em Mattoon, espreitando casas, ansioso por borrifar um enigmático gás nauseante, capaz de provocar sintomas leves, mas passageiros? E que intensificou sua atividade justamente enquanto seus ataques receberam maior atenção da mídia?

A alternativa, proposta por sociólogos, é a de que o Gaseador Louco de Mattoon é um exemplo clássico de histeria coletiva. Múltiplas pessoas exibiram sintomas sem causa fisiológica concreta. Mas se a idéia de um misterioso gaseador louco ainda lhe parecer mais atraente, vejamos alguns outros casos “misteriosos”.

HISTERIAS ESCOLARES

Esta você pode ter assistido no Fantástico: doença misteriosa que chama a atenção do mundo. Em abril de 2007, mais de mil garotas abandonaram o internato católico mexicano de “Villa de las Niñas” depois que um surto de histeria coletiva afetou nada menos que 600 delas.

“Os principais sintomas: dores musculares, de cabeça, além de náusea, vômito, febre e paralisia muscular. Os familiares de algumas das meninas acudiram ao internato e tiveram que carregá-las para poder levá-las a diversos hospitais já que as garotas não conseguiam caminhar. Uma vez nos hospitais, elas começaram a recuperar o passo e a liberar-se de outros sintomas.


O surto iniciou-se em outubro de 2006 com uma aluna, em novembro duas meninas relataram os mesmo sintomas, em fevereiro a cifra chegou a alcançar seiscentas alunas.


As autoridades de saúde intervieram, e descartaram fatores orgânicos na etiologia da situação, posteriormente consideraram o diagnóstico de transtorno conversivo epidêmico.

Este transtorno faz referência ao que tradicionalmente se denomina histeria coletiva ou histeria de massas”.


No caso mexicano, não havia nenhum gaseador louco. De fato, esclarecedoramente, não houve nenhum agente causador “misterioso”. Houve apenas um internato católico. Mas antes de culpar alguma intervenção divina, vale notar que as high schools americanas não estão isentas.

No início do mês de novembro de 2005, estudantes e funcionários da William Byrd High School na Virginia passaram a sofrer de sintomas como coceiras, espasmos, tontura e tiques nervosos.

“Eles se contorcem. Não podem pará-lo”, disse um estudante sobre os sintomas.

“Você não sabe como evitar isso. Não sabe se será o próximo, se seu amigo será o próximo, se é uma epidemia”.


Os rumores, como no México, são inexistentes ou pouco misteriosos. Alguns falam em “dióxido de carbono da sala de fotografia”, outros de tinta com chumbo. Mas análises detalhadas da escola não localizaram nenhuma origem física.

Outro caso ocorreu nas Filipinas em julho de 2007. Aqui, há uma origem “misteriosa”. Os estudantes de uma escola em Tuba disseram ver e ouvir o espírito de um soldado japonês que queria expulsar a todos.



Mas um vídeo do episódio deve já ser bem familiar. Compare os sintomas exibidos pelos estudantes com o caso mexicano.

FATOS DA VIDA

Seriam todos estes casos “misteriosos”, provocados por entidades desconhecidas, indo de Gaseadores Loucos a espíritos de soldados japoneses? Como explicar então o caso mexicano, sem sequer especulações sobre seres sobrenaturais? E se o caso mexicano é de fato um exemplo de histeria coletiva, o que sua semelhança com os outros eventos indica sobre gaseadores loucos e espíritos de soldados? O vídeo filipino lembrou vagamente uma sessão de descarrego? Bem, esse será tema para ainda outra série de colunas.

Histerias coletivas são um fato da vida. Os três exemplos mencionados aqui ocorreram nos últimos meses, e são apenas alguns dos incontáveis casos que continuam ocorrendo periodicamente pelo mundo.

E das Filipinas às high schools americanas, ninguém está imune a elas. Em verdade, a disseminação de tecnologias de informação pode mesmo nos tornar mais vulneráveis a tais episódios, como veremos na segunda parte desta coluna, onde iremos além com as histerias, do Pokémon epiléptico, adentrando no maravilhoso mundo das ilusões coletivas, com os pentes sionistas derretedores de pênis.

De quebra, ainda revisaremos o sexismo das histerias – porque, não por mera coincidência, do Gaseador de Mattoon às escolas, a maior parte dos afligidos são mesmo mulheres.


Roubado daqui:

Dançar até morrer, rir até morrer... Surtos e histerias históricas...


‘Praga da dança’ matou centenas de habitantes de Estrasburgo em 1518



Epidemia começou em julho, com mulher bailando sem parar por 6 dias.
Transe acabou envolvendo centenas de pessoas e durou até setembro. O Carnaval epidêmico fez com que as vítimas da febre da dança morressem de ataque cardíaco, derrame ou exaustão.

Em julho de 1518, a cidade francesa de Estrasburgo, na Alsácia (então parte do Sacro Império Romano-Germânico) viveu um carnaval nada feliz. Uma mulher, Frau Troffea (dona Troffea), começou a dançar em uma viela e só parou quatro a seis dias depois, quando seu exemplo já era seguido por mais de 30 pessoas.

Quando a febre da dança completava um mês, havia uns 400 alsacianos rodopiando e pulando sem parar debaixo do Sol de verão do Hemisfério Norte.

Lá para setembro, a maioria havia morrido de ataque cardíaco, derrame cerebral, exaustão ou pura e simplesmente por causa do calor.


Reza a lenda que se tratava de um bloco carnavaleso involuntário: na realidade ninguém queria dançar, mas ninguém conseguia parar. Os enlutados que sobraram ficaram perplexos para o resto da vida.



Para provar que a epidemia de dança compulsiva não foi lenda coisa nenhuma, o historiador John Waller lançou, 490 anos depois, um livro de 276 páginas sobre o frenesi mortal: “A Time to Dance, A Time to Die: The Extraordinary Story of the Dancing Plague of 1518”. Segundo o autor, registros históricos documentam as mortes pela fúria dançante: anotações de médicos, sermões, crônicas locais e atas do conselho de Estrasburgo.

Historiador recuperou documentos da época atestando as mortes pela fúria dançante

Um outro especialista, Eugene Backman, já havia escrito em 1952 o livro "Religious Dances in the Christian Church and in Popular Medicine". A tese é que os alsacianos ingeriram um tipo de fungo (Ergot fungi), um mofo que cresce nos talos úmidos de centeio, e ficaram doidões (Tartarato de ergotamina é componente do ácido lisérgico, o LSD).



Waller contesta Backman. Intoxicação por pão embolorado poderia sim desencadear convulsões violentas e alucinações, mas não movimentos coordenados que duraram dias.



O sociólogo Robert Bartholomew propôs a teoria de que o povo estava na verdade cumprindo o ritual de uma seita herética. Mas Waller repete: há evidência de que os dançarinos não queriam dançar (expressavam medo e desespero, segundo os relatos antigos). E pondera que é importante considerar o contexto de miséria humana que precedeu o carnaval sinistro: doenças como sífilis, varíola e hanseníase, fome pela perda de colheitas e mendicância generalizada. O ambiente era propício para superstições.



Uma delas era que se alguém causasse a ira de São Vito (também conhecido por São Guido), ele enviaria sobre os pecadores a praga da dança compulsiva. A conclusão de Waller é que o carnaval epidêmico foi uma “enfermidade psicogênica de massa”, uma histeria coletiva precedida por estresse psicológico intolerável.



Nonstop dancing – Gravura do artista Henricus Hondius (1573-1610) retrata três mulheres acometidas pela praga da dança; obra é baseada em desenho original de Peter Brueghel, que teria testemunhado um dos surtos subsequentes, em 1564 na região de Flandres (Imagem: reprodução)

Outros seis ou sete surtos afetaram localidades belgas depois da bagunça iniciada por Frau Troffea. O mais recente que se tem notícia ocorreu em Madagascar na década de 1840.


http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,36174556-EX,00.jpg
*Com informações do site Discovery News, por Jennifer Viegas
Agradecimentos a Arnaldo Hirai


O caso do Riso


Trigo estragado faz mais de 100 pessoas rirem sem parar no Sudão

Informação é do secretário de Saúde da região de Kordofan.

Más condições de armazenamento afetaram os grãos.

Mais de 100 pessoas começaram a rir de forma histérica no Sudão depois de terem consumido trigo contaminado na Província de Kordofan, anunciou nesta quinta-feira (11) o secretário de Saúde da região, Abdel Hamid Mansur.

Mansur explicou que 104 pessoas ficaram enjoadas e começaram a rir sem parar depois de terem comido trigo estragado por más condições de armazenamento.



Segundo o secretário, que afirmou que os infectados já estão bem, o trigo chegou a Kordofan vindo da vizinha Darfur.



Após o incidente, as autoridades locais formaram uma comissão investigadora para saber como os grãos chegaram à região. Além disso, apreenderam grandes quantidades do trigo que era vendido em mercados da região.



O caso dos Ovinis:


Mais de mil garotas abandonaram o internato católico mexicano de “Villa de las Niñas” depois que um surto de histeria coletiva afetou nada menos que 600 delas.

Os principais sintomas: dores musculares, de cabeça, além de náusea, vômito, febre e paralisia muscular. Os familiares de algumas das meninas acudiram ao internato e tiveram que carregá-las para poder levá-las a diversos hospitais já que as garotas não conseguiam caminhar.

Uma vez nos hospitais, elas começaram a recuperar o passo e a liberar-se de outros sintomas. O surto iniciou-se em outubro de 2006 com uma aluna, em novembro duas meninas relatarm os mesmo sintomas, em fevereiro a cifra chegou a duzentas e hoje alcançou seiscentas alunas.

As autoridades de saúde intervieram, e descartaram fatores orgânicos na etiologia da situação, posteriormente consideraram o diagnóstico de transtorno conversivo epidêmico.

Este transtorno faz referência ao que tradicionalmente se denomina histeria coletiva ou histeria de massas.


Trata-se de um fenômeno grupal ou coletivo onde os afetados geralmente são jovens (consideram-se muito suscetível o gênero feminio que oscila entre os 11 e 15 anos), que desenvolvem sintomas como náusea, vertigem, diarréia e alterações no passo, e que não possui explicação biológica demonstrável, além de estar associados a fatores de estresse.

Os casos recentes de transtornos conversivos epidêmicos ocorreram principalmente entre colegiais, com adolescentes submetidos a diversas situações de estresse.



Não se esqueça que estes casos, que de forma alguma são únicos.



O termo “histeria coletiva” é visto popularmente com desdém, ou no mínimo como uma situação extraordinária e, relativamente rara.


Em verdade, não é tão raro assim, e embora surja mais comumente em situações de extremo estresse, também podem ocorrer com tensões que consideraríamos muito menos graves.


O caso clássico de histeria coletiva é o do Gaseador Louco de Mattoon, em plenos EUA ao fim da Segunda Guerra Mundial.


Mas exemplos recentes por todo o mundo não faltam, e não se resumem a países subdesenvolvidos.

No final de 2006 resultando na evacuação de uma escola na Inglaterra, por exemplo, ou na evacuação do metrô de Los Angeles em 2001.


Um caso especialmente notável é a histeria coletiva Pokemón em 1997, da qual muitos ainda devem se lembrar.


Um episódio da série animada (Pokémon ou Pocket Monsters. Aquele desenho japonês com o irritante ratinho elétrico Pikashu...) levou centenas de crianças a relatar mal-estar, mas apenas uma pequena porcentagem destas de fato foi afetada por ataques de epilepsia provocados pelas cores vibrantes piscando na TV.

A enorme maioria das centenas, milhares de crianças relatando sintomas físicos participava de um surto de histeria coletiva.

Este exemplo é especialmente relevante ao sublinahr tanto que a histeria coletiva é mais comum do que se imagina, quanto como os afetados não são loucos delirantes.

No contexto em que a histeria ocorre, é mesmo socialmente aceitável apresentar tais sintomas.

Histerias coletivas não devem ser confundidas com ilusões em massa, que não envolvem relatos de sintomas físicos, apesar de haver muitas similaridades entre ambos fenômenos.

Um caso especialmente interessante de ilusão em massa é o do Pente Robótico Sionista Derretedor de Pênis.

A relação destes fenômenos com o ceticismo é evidente, e dá toda uma nova perspectiva a diversos casos misteriosos e inexplicáveis da ufologia e paranormal.

Poderia ser o fenômeno “chupa-chupa” na Amazônia, investigado por alguns militares brasileiros, um caso de histeria coletiva?

Ufólogos e entusiastas ficarão revoltados com a simples sugestão, todavia, como explicamos acima, a sugestão não é tão descabida.


O caso de Villa de Las Niñas também deixa evidente que sintomas físicos reais, como joelhos inchados, podem ocorrer em surtos de histeria — como vimos, sintomas físicos reais são o fator essencial para diferenciar ilusão de histeria em massa.


Talvez o mais relevante para entender o que pode ter ocorrido na Amazônia há duas décadas seja ler um pouco mais sobre o que ocorreu na Índia há alguns anos: a histeria coletiva Muchnowa.


Em meados de 2002, ao norte do país, um “misterioso objeto voador supostamente atacou mais de 100 pessoas enquanto dormiam. Eles viam um flash de luz, sentiam um choque e um objeto sólido, e emergia com rostos e membros arranhados”.

Chamaram o vilão de Muchnowa, que em Hindi significa “coisa que morde ou pica o rosto”, muito similar ao “chupa-chupa” brasileiro, que mordia ou picava suas vítimas para sugar seu sangue.


As marcas deixadas pelo Muchnowa também são muito similares às do chupa-chupa, arranhões, e incluem mesmo supostas queimaduras.


Embora a provável relação entre o Muchnowa e o Chupa-chupa já desprove alegações de ufólogos alienados de que o caso brasileiro seria “único”, ufólogos talvez ainda um pouco alienados automaticamente defenderiam que longe de desprovar a origem extraterrestre do Chupa-chupa, o Muchnowa o corroboraria.

Seriam os mesmo alienígenas atacando novamente em regiões isoladas e paupérrimas do mundo. É uma possibilidade, digamos, mas cabe lembrar aqui que pouco antes do pânico Muchnowa, a Índia sofreu com o pânico do Homem-Macaco.

Estou seguro que ufólogos alienados não hesitariam em lembrar como a ufologia tem catalogada a tipologia extraterrestre incluindo alienígenas peludos, mas espero que pelo menos alguns vejam o pânico do Homem-Macaco como evidência da extensão de ilusões e histeria em massa na Índia, e como fator relevante na compreensão do Muchnowa e, talvez, do Chupa-Chupa.