segunda-feira, 30 de abril de 2012

Doação de Sangue

Oi pessoal, como os mais ligados já sabem, minha mãe esta internada no Hospital de Clinicas de Porto Alegre (RS), onde fará um transplante de medula.


Para "colaborar" e repor o que o tratamento vai "consumir" no HCPA preciso de 30 doadores de sangue.

Quem puder ajudar e compartilhar esta informação,ficaremos muito gratos.


Endereço para doação: Hemocentro do hospital na rua São Manoel nº 543, 2º andar no Posto de Saúde Santa Cecília, Porto Alegre.


Para Rosa Maria Santos Triumpho.

domingo, 29 de abril de 2012

Os próximos 45 dias



Durante os próximos 45 dias estarei envolvido apenas com a atenção para o tratamento final do câncer de minha mãe.

Ela tem enfrentado os famigerados Linfoma Não-Hodgkin (neoplasias malignas que se originam nos linfonodos (gânglios linfáticos), muito importantes no combate às infecções.) e  a leucemia (neoplasias que atingem o sangue e possuem origem na medula óssea).

Mas a etapa de combate ao câncer, que é metade da luta, ja esta no fim. Falta a outra metade:



O “autotransplante de medula óssea”


O autotransplante de medula óssea, um recurso terapêutico usado para tratar alguns tipos de câncer, ganhou ampla divulgação com a notícia de que o ator Reynaldo Gianecchini, que luta contra um linfoma não-Hodgkin – um tipo de câncer que afeta os gânglios linfáticos – foi submetido ao procedimento. 
Para quem está acompanhando a trajetória do ator global e tem dúvidas a respeito do que é e de como é feito esse tratamento, a hematologista Lucia Mariano da Rocha Silla, coordenadora do Programa de Transplante de Medula Óssea do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), esclarece: o autotransplante é um recurso terapêutico que permite ao médico submeter o paciente a doses muito altas de quimioterapia sem destruir para sempre o sistema imune dele. 
Sabe-se que o poder de destruição da quimio atinge não só a célula cancerosa, mas também as células que não estão doentes. Essa particularidade dos quimioterápicos faz com que tratar alguns cânceres seja uma tarefa complicada. Então, como fazer para bombardear as células doentes que estão misturadas às células normais no corpo do paciente? O transplante autólogo de medula óssea – é esse o nome dado pelos médicos ao autotransplante – é um dos recursos encontrados pela medicina para enfrentar esse problema. 
“Nós guardamos uma quantidade de células-tronco da medula óssea do paciente, submetemos ele a altas doses de quimioterapia e depois recolocamos essas células no corpo dele” explica de forma bem didática a hematologista do HCPA. 
Parece fácil? Não é mesmo. O autotransplante de medula óssea é um procedimento delicado e cheio de detalhes. Ele inicia com a preparação prévia do paciente com medicamentos para aumentar a quantidade de células-tronco circulando no sangue. 
Quando exames de sangue apontam uma quantia suficiente, a pessoa é conectada a uma máquina que filtra o sangue, separando as células-tronco do restante e devolvendo o sangue para o corpo sem esses componentes, num processo chamado de aférese. As células-tronco são então armazenadas em uma bolsa e congeladas a temperaturas baixíssimas, num outro processo conhecido como criopreservação. 
Só depois desse processo o paciente recebe a quimioterapia em doses extremamente altas. Dependendo da doença, do estado do paciente e do protocolo de tratamento usado, os médicos fazem uso da radioterapia junto com os quimioterápicos. 
“É uma tentativa de limpar o organismo de células tumorais. O problema é que a dose é tão alta que afeta também a medula óssea” diz o hematologista Marcelo Bellesso, do Grupo de Linfomas Não-Hodgkin do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP). 
Sem a medula óssea funcionando, o corpo deixa de produzir plaquetas, as responsáveis pela coagulação sanguínea, glóbulos vermelhos (eles são responsáveis pelo transporte de oxigênio) e glóbulos brancos – as células de defesa do corpo. 
“Com isso o paciente pode ter complicações graves, como queda da imunidade , anemia e risco mais alto de hemorragias”. 
Depois desse intenso tratamento o paciente recebe de volta as células-tronco que estavam guardadas. Injetadas novamente na corrente sanguínea, elas estimulam a recuperação da medula, que pode voltar a funcionar em até 20 dias. 
“Esse período de recuperação da medula exige isolamento do paciente, para evitar que ele pegue alguma infecção, já que está com o sistema imune extremamente frágil” diz a hematologista do HCPA. 
É bom esclarecer que nem sempre o autotransplante cura a doença. Às vezes, dizem os especialistas, ele não é a melhor opção de tratamento ou mesmo a mais viável. Tudo vai depender do tipo de linfoma, do estágio em que está a doença e da forma como o paciente reage aos medicamentos que recebe antes que o autotransplante seja considerado como opção de tratamento. 
“Existe uma gama enorme de linfomas. Só entre os linfomas não-Hodgkin existem aproximadamente 47 subtipos. São tumores muito heterogêneos entre si. Alguns são de crescimento lento (indolentes), outros de crescimento rápido (agressivos). Nem todos têm indicação de transplante” afirma Bellesse.

   

LINFOMA NÃO-HODGKIN

LINFOMA NÃO-HODGKIN: SINTOMAS E DIAGNÓSTICO DO CÂNCER DE REYNALDO GIANECCHINI


E de minha mãe...



Linfomas são neoplasias malignas que se originam nos linfonodos (gânglios), muito importantes no combate às infecções.Os Linfomas Não-Hodgkin incluem mais de 20 tipos diferentes. O número de casos praticamente duplicou nos últimos 25 anos, particularmente entre pessoas acima de 60 anos por razões ainda não esclarecidas.
Com base na média das taxas brutas encontradas nos 17 Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) do Brasil que possuem mais de 3 anos de informações consolidadas, estima-se que haverá aproximadamente 4.900 casos nos homens e 4.200 casos novos em mulheres no Brasil em 2009.


Fatores de Risco

Os poucos conhecidos fatores de risco para o desenvolvimento de Linfomas Não-Hodgkin são:

• Sistema imune comprometido – Pessoas com deficiência de imunidade, em conseqüência de doenças genéticas hereditárias, uso de drogas imunossupressoras e infecção pelo HIV, têm maior risco de desenvolver linfomas. Pacientes portadores dos vírus Epstein-Barr, HTLV1, e da bactéria Helicobacter pylori (que causa úlceras gástricas), têm risco aumentado para alguns tipos de linfoma;

• Exposição Química – Os Linfomas Não-Hodgkin estão também ligados à exposição a certos agentes químicos, incluindo pesticidas, solventes e fertilizantes. Herbicidas e inseticidas têm sido relacionados ao surgimento de linfomas em estudos com agricultores e outros grupos de pessoas que se expõem a altos níveis desses agentes químicos. A contaminação da água por nitrato, substância encontrada em fertilizantes, é um exemplo de exposição que parece aumentar os riscos para doença;

• Exposição a altas doses de radiação.

Prevenção

Assim como em outras formas de câncer, dietas ricas em verduras e frutas podem ter efeito protetor contra o desenvolvimento de Linfomas Não-Hodgkin.

Sintomas 

• Aumento dos linfonodos do pescoço, axilas e/ou virilha;

• Sudorese noturna excessiva;

• Febre;

• Prurido (coceira na pele);

• Perda de peso inexplicada.

Diagnóstico 

São necessários vários tipos de exames para o diagnóstico adequado dos Linfomas Não-Hodgkin. 

Esses exames permitem determinar o tipo exato de linfoma e esclarecer outras características, cujas informações são úteis para decisão da forma mais eficaz de tratamento a ser empregado.

Biópsia

Durante a biópsia, é retirada pequena porção de tecido (em geral linfonodos) para análise em laboratório de anatomia patológica. Há vários tipos de biópsia, incluindo os seguintes:

• Biópsia excisional ou incisional – através de uma incisão na pele, retira-se o linfonodo por inteiro (excisional) ou uma pequena parte do tecido acometido (incisional). É considerado o padrão de qualidade para o diagnóstico dos linfomas;

• Punção aspirativa por agulha fina – retira-se pequena porção de tecido por aspiração através de agulha;

• Biópsia e aspiração de medula óssea – retira-se pequena amostra da medula óssea (biópsia) ou do sangue da medula óssea (aspiração) através de uma agulha. Este exame é necessário para definir se a doença estende-se também à medula óssea, informação importante que pode ter implicações no tratamento a ser empregado;

• Punção lombar – retira-se pequena porção do líquido cerebroespinhal (líquor), que banha o cérebro e a medula espinhal (não confundir com medula óssea). Esse procedimento determina se o sistema nervoso central foi atingido;

Exames de Imagem

Estes exames são usados para determinar a localização dos sítios acometidos pela doença

• Radiografias de tórax – podem detectar tumores no tórax e pulmões;

• Tomografia Computadorizada – visualiza internamente os segmentos do corpo por vários ângulos, permitindo imagens detalhadas;

• Ressonância Nuclear Magnética (RNM) – também produz imagens detalhadas dos segmentos corporais;

• Cintigrafia com Gálio – uma substância radioativa que, ao ser injetada no corpo, concentra-se principalmente em locais comprometidos pelo tumor. Uma câmera especial permite ver onde o material radioativo se acumulou, e determinar o quanto se disseminou a doença.

Estudos Celulares

Junto com biópsias e exames de imagem, são utilizados alguns testes que ajudam a determinar características específicas das células nos tecidos biopsiados, incluindo anormalidades citogenéticas tais como rearranjos nos cromossomos, comuns nos linfomas. Esses testes permitem também realizar estudos de receptores para antígenos específicos nas células linfomatosas, que servem tanto para definir a origem celular, como também para estimar o prognóstico do paciente. Estes testes incluem:

• Imunohistoquímica – anticorpos são utilizados para distinguir entre tipos de células cancerosas;

• Estudos de Citogenética – determinam alterações no cromossomos das células;

• Citometria de Fluxo – as células preparadas na amostra são passadas através de um feixe de laser para análise;

• Estudos de Genética Molecular (Biologia Molecular) – testes altamente sensíveis com DNA e RNA para determinar alterações genéticas específicas nas células cancerosas.

Novos testes e procedimentos diagnósticos estão surgindo a partir de trabalhos com a análise do genoma e expressão gênica. Parecem trazer informações importantes no futuro, mas na atualidade ainda são experimentais.

Classificação 

Classificar o tipo de linfoma pode ser uma tarefa bastante complicada, mesmo para hematologistas e patologistas. Os Linfomas Não-Hodgkin são, de fato, um grupo complexo de quase 40 formas distintas desta doença. Após o diagnóstico, a doença é classificada de acordo com o tipo de linfoma e o estágio em que se encontra (sua extensão). Estas informações são muito importantes para selecionar adequadamente a forma de tratamento do paciente, e estimar seu prognóstico.

Os Linfomas Não-Hodgkin são agrupados de acordo com o tipo de célula linfóide, se linfócitos B ou T. Também são considerados tamanho, forma e padrão de apresentação na microscopia. Para tornar a classificação mais fácil, os linfomas podem ser divididos em dois grandes grupos: indolentes e agressivos.

Os linfomas indolentes têm um crescimento relativamente lento. Os pacientes podem apresentar-se com poucos sintomas por vários anos, mesmo após o diagnóstico. Entretanto, a cura nestes casos é menos provável do que nos pacientes com formas agressivas de linfoma. Esses últimos podem levar rapidamente ao óbito se não tratados, mas, em geral, são mais curáveis. Os linfomas indolentes correspondem aproximadamente a 40% dos diagnósticos, e os agressivos, aos 60% restantes.

Estadiamento 

Uma vez diagnosticada a doença, segue o procedimento denominado estadiamento. Consiste em determinar a extensão da doença no corpo do paciente. São estabelecidos 4 estágios, indo de I a IV. No estágio I observa-se envolvimento de apenas um grupo de linfonodos. Já no estágio IV temos o envolvimento disseminado dos linfonodos. Além disso, cada estágio é subdividido em A e B (exemplo: estágios 1A ou 2B). O “A” significa assintomático, e para pacientes que se queixam de febre, sudorese ou perda de peso inexplicada, aplica-se o termo “B”.

Tratamento 

A maioria dos linfomas é tratada com quimioterapia, radioterapia, ou ambos. A imunoterapia está sendo 
cada vez mais incorporada ao tratamento, incluindo anticorpos monoclonais e citoquinas, isoladamente ou associados à quimioterapia.

A quimioterapia consiste na combinação de duas ou mais drogas, sob várias formas de administração, de acordo com o tipo de Linfoma Não-Hodgkin. A radioterapia é usada, em geral, para reduzir a carga tumoral em locais específicos, para aliviar sintomas relacionados ao tumor, ou também para consolidar o tratamento quimioterápico, diminuindo as chances de recaída em certos sítios no organismo mais propensos à recaída.

Para linfomas com maior risco de invasão do sistema nervoso (cérebro e medula espinhal), faz-se terapia preventiva, consistindo de injeção de drogas quimioterápicas diretamente no líquido cérebro-espinhal, e/ou radioterapia que envolva cérebro e medula espinhal. Naqueles pacientes que já têm envolvimento do sistema nervoso no diagnóstico, ou desenvolvem esta complicação durante o tratamento, são realizados esses mesmos tratamentos; entretanto, as injeções de drogas no líquido cérebro-espinhal são feitas com maior freqüência.

Imunoterapias, particularmente interferon, anticorpos monoclonais, citoquinas e vacinas tumorais estão sendo submetidos a estudos clínicos para determinar sua eficácia nos Linfomas Não-Hodgkin. Para algumas formas específicas de linfoma, um dos anticorpos monoclonais já desenvolvidos, denominado Rituximab, mostra resultados bastante satisfatórios, principalmente quando associada à quimioterapia. No caso dos linfomas indolentes, as opções de tratamento podem ir desde apenas observação clínica sem início do tratamento, até tratamentos bastante intensivos, dependendo da indicação mais adequada.

Consulte a publicação ~ Dr. Ricardo Bigni ~ Serviço de Hematologia ~ Hospital do Câncer I / INCA

sábado, 28 de abril de 2012

SUTRA DO CORAÇÃO de Felippe Sabanai


SUTRA DO CORAÇÃO DA GRANDE SABEDORIA COMPLETA*

(MAKA HANNYA HARAMITA SHIN GYO)

Quando Bodhisattva Avalokitesvara praticava profundamente o Prajna Paramitta claramente observou o vazio de todos os cinco agregados, 
assim libertou-se de todas as tristezas e sofrimentos.
Ó Shariputra, forma não é nada mais do que vazio, vazio não é nada mais do que forma. 
Forma é exatamente vazio, vazio é exatamente forma.
Sensação, Conceituação, Diferenciação e Consciência
Assim também o são.
Ó Shariputra, todos os fenômenos são vazio-forma, não aparecem e nem desaparecem, não são impuros e nem puros, sem perdas e sem acréscimos.
Assim é tudo dentro vazio.
Sem forma, sem sensações, conceituação, diferenciação e consciência; 
não há olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo e mente; 
não há cor, som, cheiro, sabor, tato, fenômeno;
sem o mundo da visão, sem o mundo da consciência,
sem ignorância e sem fim à ignorância;
sem velhice, sem morte
e sem o fim da velhice e da morte;
sem sofrimento, sem causa do sofrimento, sem a sua extinção e sem objetivo;
sem sabedoria e sem ganho;
sem nenhum ganho.
Bodhisattva devido o Prajna Paramitta,
Coração - Mente sem obstáculos;
Livre de Obstáculos, logo sem medo.
Para além de toda ilusão, isto é Nirvana. 
Todos os Budas dos Três Mundos
passado, presente e futuro 
depois de realizarem Prajna Paramitta. * 
Alcançaram 
Anokutara San Myako San Bodai
(a completa e perfeita Iluminação)
Portanto saiba que o Mantra Prajna Paramita 
é o grande mantra da transcendência, 
O grande mantra da iluminação, 
O mantra sem limite,
O supremo mantra
com capacidade de remover todo o sofrimento.
Visto que não é falso,
deve ser conhecido como a verdade 
Assim pratique o Mantra Prajna Paramita.
Pratique e proclame
Gyate! Gyate!
Hara gyate! Hara so gyate!
Bodhi sowa ka!
Sutra do Coração da Grande Sabedoria Completa.


Postado por Felippe Sabanai* ~ Essa é uma tradução pessoal! Como toda tradução, existem muitas diferenças! Fiz como estudo pessoal do Sutra do Coração com base em outras traduções e diversas interpretações! Peço a compreensão de todos.
_/\_ Gasshô!

Casos de Sífilis preocupam médico


 "A Sífilis, doença infectocontagiosa causada pelo parasita Treponema Pallidum, foi o tema central de uma reunião técnica realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, Regional Amazonas (SBD/AM), na Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD). O encontro atualizou conhecimentos de especialistas em dermatologia e colaborou na formação dos residentes da área.
A presidente da SBD/AM, Waleska Francesconi, destacou que a Sífilis é uma das doenças sexualmente transmissíveis que são detectadas, com frequência, por médicos dermatologistas. Não é raro os casos em que as pessoas desconhecem as características da doença. “Um dos principais sintomas da Sífilis são as lesões de pele. O paciente busca atendimento acreditando que está com um problema dermatológico quando, na verdade, trata-se de uma manifestação da doença”, esclareceu."

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Retiro Kido

Bossa Zen: O que é Retiro Kido?:

Um retiro Kido consiste em praticar a repetição de um mantra em geral Kwan Seung Bosal por horas repetindo-o intensamente e muito rapidamente. Andando e fazendo barulho com instrumentos de percussão ou qualquer coisa em que se possa bater e produzir barulho. O objetivo dessa pratica e desconectar-se da mente pensante e provocar uma abertura da mente que não pensa. Poucas pessoas conseguem o efeito de desligar a mente pensante. Na verdade quase ninguém sabe que essa pratica produz esse efeito e nem se costuma falar em objetivos quando se trata de alguma pratica.

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Kwan Seung Bosal  ou Avalokiteshvara, o Bodhisattva da Compaixão (chin. Kuan-yin, Kuan-hsi-yin; jap. Kannon, Kanzeon) "Aquele que ouve os sons de todos os mundos", é o bodhisattva da compaixão, o mais venerado do buddhismo Mahayana. Segundo as lendas, ele nasceu de um raio de luz emanado pelo dhyani-buddha Amitabha. Das lágrimas de Avalokiteshvara, teria nascido Tara (chin. Tuo-luo, jap. Tarani, tib Drölma/ sgrol ma), o aspecto feminino da compaixão, que manifesta 21 emanações. Na China, Avalokiteshvara é um ser feminino — talvez uma personificação única de Avalokiteshvara e Tara, ou devido a uma confusão de Avalokiteshvara com Pandaravasini, a consorte de Amitabha. Sua montanha sagrada é P'u-t'o-shan (província de Chekiang).

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Um efeito estranho, parte 1

Leia mais no Textos para Reflexão: Um efeito estranho, parte 1:


"Alguns afirmam que o efeito placebo é mítico, que só se aplica a crédulos, ou até que usá-lo é antiético [1]. Que tal isso? Os mitos populares sobre placebos incluem as ideias de que funcionam apenas durante três meses, ou que só determinado tipo de personalidade reage a eles. Não há limite específico algum para a maioria dos efeitos placebo, nem de “paciente que reage a placebo”. 
Mas, acima de tudo, o efeito placebo tem sido uma dificuldade e um problema para estudos sobre [novas] drogas."

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O que é um Retiro Solo?

Leia aqui: Bossa Zen: O que é um Retiro Solo?

Um retiro solo como é conhecido em nossa Escola (Zen Kwan Um) é um retiro solitário. Em geral assistido. Vc. fica em um lugar próximo ao mosteiro ou ao centro zen ou em uma cabana. O tempo de retiro é decido por vc. e seu mestre em conjunto assim como o que vc. fará durante esse tempo. Pode ser de uma semana ou mais. Um retiro solo tradicional costuma durar 100 dias! Mas poucos conseguem ficar 100 dias em retiro solo. São casos excepcionais em geral quem faz esse tipo de retiro são monges, pois eles tem tempo para ficar fora por muito tempo. Pessoas comuns não dispõem de tanto tempo para se ausentar de suas atividades cotidianas, portanto uma semana é o tempo ideal para testar como funciona.


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quinta-feira, 26 de abril de 2012

O Dharma

O Dharma incomparavelmente profundo 
e de uma sutileza infinitas 
é raramente encontrado 
mesmo em milhões de milhões de ciclos universais, 
possamos nós agora ouvi-lo, 
aprendê-lo, 
guardá-lo. 
Ouçamos cuidadosamente as palavras do Tathágata.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Duas rodas e um clic







A gente aprende a andar de bicicleta ainda criança, quando nosso pai nos solta (sem que a gente perceba) e pedalamos livremente por metros e mais metros, até perceber que estávamos sozinhos e cair. Choramos, nos damos conta que podemos nos equilibrar e depois tantos outros tombos, finalmente adquirimos confiança para desbravar as mais ameaçadoras calçadas da vizinhança.


Andar de bicicleta é tão bom que é difícil entender por que deixamos de praticar. Em que momento ficar dentro de um carro nos tornou mais atraente do que estar em equilíbrio com o próprio corpo? Em que horas nós crescemos e começamos a andar em carros com películas ou no ônibus, sem desgrudar um minuto do celular, e deixamos de olhar o mundo acontecendo ao nosso redor?


Você sabe quantas lojas existem na sua rua? Como são os seus vizinhos? Quem sabe o amor da sua vida pode estar do seu lado, mas você não percebeu porque estava atualizando o Facebook no tablet. Já pensou?


Então, se tudo o que eu escrevi até agora não te convenceu a andar de bicicleta, quem sabe essas fotos consigam.










Eu sei que você não mora em Nova York (e se morar, meus parabéns), mas vocês podem ver que são imagens que poderiam ser feitas em qualquer cidade.


Encontrei essas fotos no site timsklyarov.com.


 Por Denise Dambros em 22 de abril de 2012

Informativo Hanamatsuri Porto Alegre 2012



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Informativo do primeiro Hanamatsuri (Festival das Flores) da cidade de Porto Alegre, RS, organizado pelo Jisui Zendo (Sanga Águas da Compaixão da Comunidade Zendo Sul) e Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB)
.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Servidores do HPS de Porto Alegre lutando por seus direitos

19/04/2012 10:57 - Atualizado em 19/04/2012 13:30http://www.radioguaiba.com.br/Noticias/?Noticia=414203

Servidores do HPS realizam manifesto por manutenção nos ganhos de insalubridade

Ato público teve início às 10h

Os servidores do Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre (HPS) reivindicam a manutenção de adicional de insalubridade grau máximo, correspondente a 40%. O ato público teve início às 10h, em frente ao hospital. O adicional é um direito concedido a trabalhadores que são expostos a agentes nocivos à saúde.

Atualmente, a maior parte dos servidores do HPS recebe adicional de insalubridade grau máximo. No entanto, segundo o diretor administrativo do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (SIMPA), João Ezequiel, a Secretaria Municipal de Saúde vem tomando medidas para reduzir o percentual de insalubridade para 20%, sem reduzir os riscos biológicos. "Eles mandaram um perito aqui, quase no final de 2011, para fazer uma perícia com relação à insalubridade, mas na verdade é uma perícia já induzida, direcionada para reduzir os riscos com insalubridade", afirma.

Os servidores da área da saúde, conforme o sindicato, estão expostos a diversas doenças infecto-contagiosas. A contaminação por agentes biológicos também pode ocorrer por inalação e contato com o lixo, instrumentos e ambiente hospitalar. A redução do ganhos atingiria cerca de mil funcionários do HPS. Os técnicos de enfermagem recebem hoje um salário-base de R$ 1,1 mil. Os ganhos com insalubridade representam quase R$ 500 a mais nos salários. Com a perda de 20%, o salário teria uma redução de cerca de R$ 240.

A falta de servidores, condições de trabalho e equipamentos são problemas que agravam a situação, conforme explica o diretor administrativo do SIMPA. "Nós tivemos o reconhecimento da diretora do Hospital, outra problemática nossa que á a defasagem de funcionários. Faltam pelo menos 265 servidores apenas no corpo funcional de enfermagem. Esse número seria apenas para manter o atendimento da demanda atual e não ampliar ou melhorar o atendimento", relata.

Se a Secretaria insistir com a redução do percentual por insalubridade, o sindicato não descarta a possibilidade de greve. A respeito da manifestação, a Secretaria Municipal da Saúde informou, por meio de nota, que um laudo pericial foi feito há cerca de 4 anos com o relatório sobre a insalubridade. Este teria sido questionado pelos servidores. Foi então solicitado, pelo gabinete do secretário municipal de Saúde, em 2011, um novo laudo pericial, já concluído e que deverá ser novamente debatido com os servidores.




Fonte: Thaís Salvagni / Rádio Guaíba